A branda fala da morte não nos aterroriza por falar da morte. Ela nos aterroriza por falar da vida. Na verdade a morte nunca fala sobre si mesma. Ela sempre nos fala sobre aquilo que estamos fazendo com a própria vida, as perdas, os sonhos que não sonhamos, os riscos que não corremos (por medo), os suicídios lentos que perpetramos.
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